...aí eu fico aqui pensando que o
segredo de toda a tecnologia existente é
simplesmente saber controlar o fluxo
dos elétrons de um lado para o outro...
29 de novembro de 2005
26 de novembro de 2005
Ao longo do tempo eu nunca soube o que eu queria.
É, eu nunca soube explicar o que eu queria.
Mas aí é que entra a maior questão de todas.
Eu sempre tive certeza do que eu não queria.
E o que eu quero da minha vida?
Eu não sei.
Mas tenho certeza absoluta de tudo o que eu não quero.
Mas com uma diferença.
Eu não me prendo a pensar nos 'não' da vida.
Tenho dito.
É, eu nunca soube explicar o que eu queria.
Mas aí é que entra a maior questão de todas.
Eu sempre tive certeza do que eu não queria.
E o que eu quero da minha vida?
Eu não sei.
Mas tenho certeza absoluta de tudo o que eu não quero.
Mas com uma diferença.
Eu não me prendo a pensar nos 'não' da vida.
Tenho dito.
8 de novembro de 2005
Que cada um de nós, se não teve ainda, terá como parte de sua vida a desgostosa sensação de ter amado em vão, é uma grande verdade. Uma sensação de desperdício de si assombra-lhe por muito tempo.
Até você descobrir que, não fosse aquilo, hoje você não seria a mesma pessoa. Sente que deixou lá no passado uma ingenuidade que você já não tem, tampouco terá novamente. Curioso é descobrir que mesmo tendo passado momentos de inigualável comiseração e podridão de espírito, o tempo passa...
...E é aí que vem a parte boa!
Você não perdeu a capacidade de amar!
Isso mesmo, o desamor não extingue o amor.
Acorda para si mesmo e passa a se ver através dos olhos daqueles que te admiram. Pessoas que também estavam ali quando você, na podridão, não via nada além da sua própria imagem exaurida.
Mas agora você acordou! E descobriu que você é querido por muitos! Descobre que os que não te querem bem, constituem uma "mínima minoria"!
É quando você passa a se amar, e assim passa a estar apto a que alguém te ame.
E não demora muito isso acontece, pois você, que não perdeu a capacidade de amar, vai.
Arranca o paletó do medo e da desconfiança e ama!
Ama sem medo!
Márcio Teixeira Rocha
08/11/2005
Até você descobrir que, não fosse aquilo, hoje você não seria a mesma pessoa. Sente que deixou lá no passado uma ingenuidade que você já não tem, tampouco terá novamente. Curioso é descobrir que mesmo tendo passado momentos de inigualável comiseração e podridão de espírito, o tempo passa...
...E é aí que vem a parte boa!
Você não perdeu a capacidade de amar!
Isso mesmo, o desamor não extingue o amor.
Acorda para si mesmo e passa a se ver através dos olhos daqueles que te admiram. Pessoas que também estavam ali quando você, na podridão, não via nada além da sua própria imagem exaurida.
Mas agora você acordou! E descobriu que você é querido por muitos! Descobre que os que não te querem bem, constituem uma "mínima minoria"!
É quando você passa a se amar, e assim passa a estar apto a que alguém te ame.
E não demora muito isso acontece, pois você, que não perdeu a capacidade de amar, vai.
Arranca o paletó do medo e da desconfiança e ama!
Ama sem medo!
Márcio Teixeira Rocha
08/11/2005
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